sábado, agosto 08, 2009

O ovo do ovo... o ovo de codorna...

Hoje é dia mundial contra o colesterol! Eu nem sabia que tinha dia para isso, apesar de conviver com ele não tão pacificamente (ele teima em subir! Que coisa!) há 10 anos.

E não pense que eu sou uma velha coroca, porque ainda nem cheguei na idade que Blazac gostava tanto. Pois é, pessoas novas e magrinhas também podem ter problemas com o colesterol e o trigliceris.

Como eu descobri? Fazendo uma vistinha ao gastro depois de passar mal durante meses antes do vestibular. Minhas mãe dizia que era tensão, que ia passar. Mas como a coisa só piorava, chegando ao ponto de eu não querer mais almoçar, ela me levou ao médico. Exames mil e eu descobri que meu colesterol total passava dos 400mg! UAU! Quase o dobro do permitido para uma pessoa de 65 anos! Legal, né?!

Pois bem, desde então acompanho mensalmente. Já voltei no gastro, já fui no cardio e todos disseram que não preciso (ainda) de remédio, porque no meu caso o problema é genético. O importante é acompanhar e não deixar ele tão alto. Desde então corte as frituras ao mínimo (saudades das batatas-fritas e dos bifes à milanesa que comia com frequência), não tomo refrigerantes, evito os doces (doce, porque chocolate também não dá para deixar de comer), não tomo café (já não tomava antes, não gosto, e não faz falta), diminui a quantidade de ovos semanais...

Então, se você nunca fez um exame de sangue na vida ou já fez, mas há tempo tempo que o laboratório nem existe mais, está na hora de tomar vergonha na cara! É importante!

Um comentário:

Lucia Cintra disse...

Eu fiz exame de sangue uns anos atras que mostrou um colesterol meio alto. So pode ter sido a pipoca que fazia com manteiga e comia quase todo dia, pois alem disso, nao como fritura, nao tomo refrigerante, mal como doces (prefiro salgado) e deu nisso.

Cortei a pipoca, mas nao fiz outro exame pra ver se melhorou, devo ir, ne?

Se cuida.

Bjos

PS: ah! E depois de uns meses sem fritura vc nem sente falta mais - acaba acostumando. Eu so como umas 4 vezes por ano, bem de vez em nunca mesmo e mesmo assim nao sinto falta.